Na casa ao lado mora Shekhar, o filho do agiota. Nesta, Lalita, a sobrinha órfã do escriturário de banco que não fecha o mês. Cresceram juntos, tratam-se por você, brigam por nada: ninguém vê nisso perigo nenhum.
Uma noite, de brincadeira, Lalita põe no pescoço de Shekhar uma grinalda de flores. Pelo costume da gente dela, aquilo é um casamento. Nenhum dos dois o diz em voz alta, e o mundo segue adiante: chega um pretendente de Calcutá, vence o prazo da hipoteca, e a casa de Lalita muda de dono e de religião.
Meu marido pode me aceitar ou não me aceitar, isso é com ele. Mas existe.
O romance de 1914 do autor de Devdas, traduzido diretamente do bengali e completo nos seus doze capítulos.
Sobre esta edição. Parineeta, de Sarat Chandra Chattopadhyay, é de domínio público. Texto de origem: Sarat-Sahitya-Sangraha 5, bn.wikisource.org (1954).
Esta tradução foi produzida com ferramentas de tradução por IA, facto declarado à Amazon KDP.